A Greve Geral de 24 de Novembro, para além da importância e do significado que teve e tem, voltou a deixar-nos uma impressionante colecção de cartazes e posteres.
Parece que a crise não consegue abalar a imaginação e a originalidade, nem o humor diga-se de passagem, dos portugueses.
O nosso Governo, liderado por Sua Excelência o Primeiro Ministro Pedro Passos Coelho, está com tiques obsessivo-compulsivos no que ao cortar diz respeito.
Vem isto a propósito do que se passa no SAPO, o maior portal generalista português. A política do SAPO passa por admitir todos os comentários que os leitores decidam publicar, implementando um sistema de votação de “dedo para cima/dedo para baixo” e um link para reportar abusos.
A famosa agência de cotações Moody classificou-nos como lixo… De uma forma surpreendente (ou talvez não) gerou-se um movimento nacional que tem algumas coisas para dizer à Moddy em relação a esta simpática adjectivação.
Num país indeterminado decorre, com toda a normalidade, um processo eleitoral. No final do dia, contados os votos, verifica-se que na capital cerca de 70% dos eleitores votaram branco.
Aqui vai: O PSD, caso constitua governo após as Eleições Legislativas do próximo dia 5 de Junho, vai acabar com o Ministério da Cultura, despromovendo-o a uma Secretaria de Estado?
Um dos acontecimentos mais importantes do início do século XXI português: o despertar das consciências de milhões de pessoas que, até aqui, tinham sido movidas por caracóis.
E não estamos a falar da Líbia ou do Iraque ou da Costa do Marfim. Trata-se da Itália, um dos países do primeiríssimo mundo, que integra o G8 e que é uma referência na União Europeia. Uma nação influente que está nas mãos de um criminoso
É importante referir que cada um destes euromamões tem um salário médio de 10 mil euros, ou seja, cada um destes tipos e tipas custa-nos, por ano, qualquer coisa como 120 mil euros. Dá que pensar não é?
A Reforma da Segurança Social
A avó, septuagenária, discute com a neta, adolescente, acerca da pouca apetência desta para fazer seja o que for.