Numa surpreendente movimentação do Portugal virtual, uma simples reclamação de uma cliente sobre o serviço prestado por uma empresa, ganhou contornos deveras espectaculares.
Os empresários A e B têm, cada um, uma empresa que produz, digamos, assobios. Os assobios produzidos pelo empresário A e pelo empresário B são exactamente iguais….
Eu até nem sou muito de ligar a esses email em corrente que todos os dias nos invadem a caixa de correio, mas desta vez não resisto a partilhar convosco um texto que aterrou directamente no meu gmail.
Serve o presente para comunicar que este blog não aderiu à Greve Geral convocada em Portugal para o dia 24 de Novembro de 2010.
Gostava que alguém me dissesse quantos são os milhões que o estado português destina, em 2011, para o financiamento de partidos políticos.
[Elas-Sou-Eu] Este sábado o Centro Cultural recebe, em mês de aniversário, um espectáculo de teatro que me atrevo a recomendar a todos os que gostam da arte de representar.
Para começar, há que dizer que tenho saudades do tempo em a RTP produzia ficção de qualidade. Quem não se lembra, por exemplo, da nossa Raia dos Medos?
Infelizmente a nossa televisão (o pronome possessivo é propositado e tem por objectivo vincar que a RTP também é minha) decidiu enveredar por caminhos mais populistas e, teoricamente, mais capazes de gerar audiências. Mas este é assunto para outro post, que este tem outro objectivo.
A RTP, no âmbito das comemorações do 1.º Centenário da República Portuguesa, transmite hoje e amanhã uma mini-série intitulada, precisamente, República. Tem um elenco de luxo, encabeçado pelo internacional Joaquim de Almeida, é realizada por Jorge Paixão da Costa, um dos nossos realizadores mais interessantes do momento, e tem um excelente aspecto, com uma fotografia muito cuidada e cinematográfica.
Não posso dizer se o produto final é bom ou não, mas atrevo-me a sugerir que, se puderem, vejam e depois comentem. Até porque, voltando um pouco ao princípio, a RTP tem andado afastada destas lides e é de celebrar este reaproximar àquilo que uma televisão pública, também, deve fazer.
Há uns dias atrás chamaram a minha atenção para uma daquelas preciosidades a que o jornalismo português nos tem vindo a habituar nos últimos tempos. Se bem que, e em abono da verdade, esta é tão original que talvez nem deva encaixar-se nesta categoria. Deveria ter uma exclusiva, algo que bem poderia ser, à la Gato Fedorento, qualquer coisa como Tesourinhos Deprimentes dos Media Nacionais.
Vem escarrapachada na versão online do Jornal de Notícias e espeta-nos, a nós leitores, um valente murro, não no estômago, mas sim no meio das fuças!
O jornalista José Miguel Gaspar assina um texto sobre o que pode ser considerado um faits divers. Trata-se da notícia de um acidente rodoviário que envolve um camião ou um transformer ou ainda um camião que é um transformer ou um transformer que é um camião…
Bom, mas nada melhor do que ver para crer, como dizia o outro. O link para a notícia é este e a imagem que acompanha o post é um print da dita cuja.
Cada vez que vossa excelência abre a boca consegue vomitar tal chorrilho de asneiras, barbaridades e disparates que um gajo até fica mal disposto.
Por isso, hoje apetece-me dizer-lhe:
E deixe de nos chatear com a suas alucinações mentais, por favor.
Depois das notícias que nos invadem todos os dias acerca dos escândalos de pedofilia que envolvem elementos da Igreja Católica, as autoridades competentes decidiram agir em conformidade.