Os norte-americanos são, regra geral, burros! Coitado do bicho que não tem culpa nenhuma, mas sirvo-me do preconceito que o rodeia para me referir à ignorância que grassa entre os habitantes do país do tio Sam. Ora, aquela gente que, supostamente, “governa o mundo”, fá-lo do alto da sua estupidez.
Vem este desabafo a propósito da estreia do filme Blindness, baseado no romance Ensaio Sobre a Cegueira do nosso nobel José Saramago.
Para quem não conhece, a ficção tem como ponto de partida a cegueira que começa a afectar a grande maioria da população. De um momento para o outro, as pessoas ficam cegas e não existe qualquer causa médica que explique o facto. A partir daí desenrola-se toda a acção, numa narrativa, num estilo e num ritmo que só podiam ser de Saramago.
Em relação à história não digo mais para não estragar a surpresa dos que querem ver o filme ou ler o livro.
Este post, em que afirmo com todas as letras que os norte-americanos são burros e ignorantes, prende-se com um fait divers que aconteceu aquando da estreia do filme nos States. Parece que à porta dos cinemas se instalaram piquetes formados por membros de uma associação de cegos americana que tentavam impedir que os espectadores entrassem nas salas. Tudo porque a tal associação se sentiu incomodada com um filme que não respeita a forma como os cegos vêem o mundo…
Eu podia continuar com este meu desabafo, mas quer-me parecer que não vale a pena. Depois de exposto o motivo do protesto, está tudo dito, não acham?
Há por aí um mocito de 25 anos que é virgem e se queixava do facto a uma amiga enquanto viam o pôr-do-sol numa praia da Caparica.
A tal amiga, talvez com pena dele ou talvez por ser mázinha, propos-lhe o seguinte: se ele fizesse um site e conseguisse ter 5 milhões de visitas até determinada data, ela, do alto do seu altruísmo, irá proporcionar-lhe uma primeira vez inesquecível ou, como se diz na minha terra, vai tirar-lhe os três!
O site é este www.ajudeumvirgem.org mas das várias vezes que tentei visitá-lo recebi sempre a mensagem de serviço indiponível. Às tantas, o tráfego é tanto que o servidor não se aguentou… A única coisa que consegui ver foi o blog: http://blog.ajudeumvirgem.org/ que, por sinal, não tem grande interesse ou conteúdo.
Depois de terem anunciado publica e oficialmente o seu fim, os Madredeus voltam aos discos e aos palcos com um novo trabalho intitulado Metafonia. Para além da novidade do regresso propriamente dito, há outros pormenores que merecem também destaque, nomeadamente o facto de agora os Madredeus serem os Madredeus & A Banda Cósmica, que a vocalista Teresa Salgueiro não faz parte deste projecto e que a bateria e a guitarra eléctrica integraram o som proposto pela nova formação.
Mais, ontem Pedro Ayres de Magalhães, em entrevista à Antena 1, confidenciou que a antiga voz do grupo, Teresa Salgueiro, lhe tinha enviado um SMS em que lhe dizia que não gostava do novo som do grupo e que não se identificava, de todo, com ele.
Pois… Eu também não!
Este é um dos sites que acompanho há mais tempo. Comecei a visitá-lo mais ou menos quando apareceu, já lá vão mais de 10 anos e ainda me lembro do penoso tempo de espera a que as velocidades de ligação da Internet de então nos obrigavam.
Segundo o seu autor, o Lado Negro da Web é um site que colecciona uma série de links para outras páginas e sites. Poderá encontrar no Lado Negro da Web algumas preciosidades que se encontram na Web, desde o mais polémico site até à mais imbecil página, catalogados em várias secções de acordo com o conteúdo que retratam. Neste âmbito, o seu objectivo é dar a conhecer todo o tipo de informação que circula pela grande rede e nele podemos encontrar categorias que vão desde o Activismo e Liberdade até ao Sexo e Fetiches, passando por Terrorismo e Tácticas entre muitos outros temas, mais ou menos, obscuros.
Acima de tudo, encaro este site como uma curiosidade e é desta forma que o recomendo. Façam uma visita e tirem as vossas conclusões.
O PNR – Partido Nacional Renovador, voltou a ver-se envolto em mais uma polémica quando a Câmara Municipal de Lisboa mandou retirar ou retirou um dos seus famosos anúncios em outdoor, plantado num local bem central da capital.
De acordo com o vereador Sá Fernandes, a decisão de mandar retirar o anúncio prendeu-se com o facto do mesmo ter um cariz xenófobo.
Na verdade, este cartaz, que nem sequer é das piores coisas que o PNR já fez, tem mesmo uma pontinha de má vontade para com os não portugueses. E sim, estou a ser irónico! Porque má vontade é mesmo uma forma soft de definir o sentimento expresso pelo cartaz.
Quando acontecem estas coisas, fico sempre na dúvida entre o não fazer o mais mínimo caso e o repudiar clara e abertamente. O ideial seria, de facto, ignorar, porque os dirigentes do PNR até devem esfregar as mãos de contentes quando alguém pega nestes assuntos. Ora, o problema aqui reside no facto dos nossos órgãos de comunicação social não terem tido a decência de seguir esta linha. Tivessem-se calado os jornais, as rádios e as televisões acerca do putativo cartaz e o seu estrago teria sido reduzido ao causados aos pobres automobilistas lisboestas que passaram por aquela zona. A Câmara de Lisboa retirava de lá a coisa, os outros do PNR metiam a Câmara em tribunal e eles que se acertassem. Poupava-se assim o país a mais uma campanha publicitária bem sucedida destes senhores.
Mas não! Vamos lá todos falar disto e mostrá-lo ao mundo, para que todos fiquem a saber o que os PNR’s pensam. Os moços gastam umas centenas de euros num outdoor de meia tijela e conseguem uma exposição mediática só possível com um investimento publicitário de muitos milhares de euros.
Num tempo em que os partidos políticos se degladiam por espaço mediático, em que chegam mesmo a fazer birra porque determinado meio de comunicação social deu mais 1 minuto de exposição aos oponentes, é, no mínimo, estranho que a actual líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, não queira abrir a boca nem à força.
O que passará pela cabeça desta senhora que está à frente daquele que deveria ser o principal partido da oposição em Portugal? Não é que a mim, pessoalmente, me incomode, mas acho que esta atitude é muito pouco saudável para a nossa democracia.
Vi há uns dias o último filme da saga Batman, O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight) e pese embora não seja o género de cinema que mais aprecie, tenho que admitir que gostei do produto. Sobretudo graças à personagem reinventada do Joker, sublimemente interpretada pelo já desaparecido Heath Ledger. Ao contrário do primeiro Joker, interpretado pelo grande Jack Nicholson, este acaba por ter um cunho muito mais realista, fugindo do estereótipo do palhaço passado da cabeça.
Descansem, a minha intenção não é fazer aqui a análise do filme e muito menos das personagens. As primeiras linhas serviram apenas para contextualizar aquilo que, de facto, quero partilhar convosco. É uma simples frase! Na verdade, uma das falas do Joker no filme O Cavaleiro das Trevas:
Sou como um cão que persegue carros! Não saberia o que fazer se apanhasse um. (Esta é a minha tradução livre, o original em inglês é assim: I’m Like A Dog Chasing Cars! I Wouldn’t Know What To Do If I Caught One!).
Como digo no título do post, ficou-me cá na cabeça. Porque é engraçada. Porque há dias em que me podia, perfeitamente, definir a mim. Porque define, perfeitamente, muita gente que eu conheço.
Não é maldade… juro que não! Mas, vá… admito, é uma pontinha de satisfação
Estava eu aqui descansadinho em casa, a dar uma volta pela net, quando chegou à minha caixa de correio uma mensagem a avisar que tinha um novo comentário no meu blog. Fui logo a correr ver porque não é todos os dias que entra um comentário (nem sequer todas as semanas, nem sequer todos os meses…) e qual não é o meu espanto quando vejo que é do senhor que supostamente criou o tema que eu estava a usar.
O tema é gratuito, há por aí muitos assim, e a única condição que eles exigem a quem os usa é a manutenção de um ou vários links no rodapé do blog. Normalmente são os créditos pela criação do tema e eu respeito sempre esta questão. O problema neste caso é que os links que o menino deixou no tema levavam directamente para sites de jogo online (casinos, poker e outros do género). Ora, não me apeteceu e removi os ditos cujos e, sou sincero, pensei mesmo que ía lá agora este tipo dar com o meu blog para recriminar a minha atitude.
Enganei-me. Achou mesmo isto e deu-me um raspanete, mas com um toque de má educação que não lhe admito, pelo que lhe respondi à letra.
Resumindo e concluindo, e porque não me quero envolver com este tipo de gente, retirei o tema do ar e susbstitui-o pelo básico do WordPress até que encontre um outro que me agrade.