Os famosos sinais do metro de Londres. É um cliché mais batido que o arroz doce, mas quero que fique aqui guardado, para mais tarde recordar!
Estamos em ano de festas, já se sente o bulício e a ansiedade no ar e para entrar também no espírito…
Em pleno Centro Histórico de Salamanca, na varanda de um dos lindíssimos edifícios que compõem esse aglomerado urbano, encontro esta cena um tanto ou quanto estranha.
Coisa estranha esta de ver um coração, com todo o seu peso e importância, caber numa caneca…
A equipa do Google Zeitgeist fez um vídeo, com menos de 3 minutos de duração, onde coube 2011 quase por inteiro. Tudo a partir das principais pesquisas feitas durante este ano no famoso motor de busca.
Na sequência do post que publiquei há uns dias atrás acerca de intervenções artísticas em contexto urbano, hoje trago algo dentro do mesmo género.
O conceito de arte urbana tem vindo a alargar-se a outro tipo de intervenções, com menos spray mas com muita imaginação. Servindo-se de elementos existentes em qualquer cidade, estes artistas deixam a sua marca, seja de forma discreta ou completamente descarada.
Decidi partilhar aqui Um dos textos do eurodeputado Rui Tavares que achei particularmente interessante.
A Greve Geral de 24 de Novembro, para além da importância e do significado que teve e tem, voltou a deixar-nos uma impressionante colecção de cartazes e posteres.
Parece que a crise não consegue abalar a imaginação e a originalidade, nem o humor diga-se de passagem, dos portugueses.
O nosso Governo, liderado por Sua Excelência o Primeiro Ministro Pedro Passos Coelho, está com tiques obsessivo-compulsivos no que ao cortar diz respeito.
A equipa do Google Zeitgeist fez um vídeo, com menos de 3 minutos de duração, onde coube 2011 quase por inteiro. Tudo a partir das principais pesquisas feitas durante este ano no famoso motor de busca.
A história é longa, mas pode resumir-se ao seguinte:
Laboratórios de cosmética.
Experiências.
Animais, mais concretamente cães de raça Beagle que mal sabem andar porque nunca saíram da jaula nem viram a luz do dia.
E alguém que luta por libertá-los.
Já vai sendo hora de se ponham os pontos nos “is” e de que nós, os tais 99%, os cidadãos comuns que sofremos diariamente na pele esta imensa trapalhada onde os outros, os tais 1%, nos meteram, percebamos, de uma vez por todas, o que é que se está a passar e quem é que nos está a roubar.
Numa surpreendente movimentação do Portugal virtual, uma simples reclamação de uma cliente sobre o serviço prestado por uma empresa, ganhou contornos deveras espectaculares.
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